sempre só. sempre pó.

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Soprar o ar e engolir vento. ter crises respiratórias. e crises psíquicas. Não entenderiam meu apego ao infinito. Por que a dor de um conjunto sem solução perfura meus ossos. Me diagnosticaram com sofrências disfuncionais de existência. Vazios intercalados de solidão…

o mundo me é tão indiferente. Que me lanço ao paralelo vácuo do universo. Ondas mecânicas não me são viáveis. Ou são? Eu tento fugir desesperadamente de tragédias. Porém acabo sempre só. sempre pó.

que pena

Controlando a minha Malú-Kes

 

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