José Nêumanne Pinto – “Direto ao Assunto”


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É jornalista, poeta e escritor brasileiro. Editorialista e articulista de O Estado de S. Paulo, José é também comentarista diário na Rádio Jovem Pan. Em 1976, foi agraciado  com o Prêmio Esso de jornalismo econômico. Membro da Academia Paraibana de Letras, já publicou 12 livros, dentre os quais se destacam «O Silêncio do Delator» (2005) e «O que Sei de Lula» (2011).

Integrou por muitos anos o setor de jornalismo do SBT, onde tinha o quadro «Direto ao Assunto» em diversos telejornais da emissora – notadamente no Jornal do SBT. Em fevereiro de 2014, é demitido do SBT e assina contrato com a TV Gazeta.

JNP

Carreira

Jornalismo

José começou a sua carreira como jornalista em 1968 como crítico de cinema e repórter de polícia no Diário da Borborema de Campina Grande. Posteriormente, trabalhou no jornal Folha de São Paulo e foi secretário, chefe de redação e repórter especial da sucursal paulista do Jornal do Brasil, editor de política, de opinião e editorialista do O Estado de São Paulo e assessor político do senador José Eduardo de Andrade Vieira, ex-ministro da Indústria, do Comércio e do Turismo e da Agricultura. Foi ainda colunista na edição em espanhol do jornal The Miami Herald, onde escrevia um artigo semanal sobre o Brasil, e comentarista político e econômico do quadro diário Direto ao Assunto do SBT. Seu bordão jornalístico é «José Nêumanne Pinto, direto ao assunto».

Desde 1996, é editorialista do Jornal da Tarde, e a partir de 2000 dedica-se ao colunismo semanal do site Cineclik, especializado em cinema, e também é comentarista diário da Rádio Jovem Pan (programa Direto ao Assunto), ambos de São Paulo. Integra também o Conselho Editorial do site Trilhas Literárias.

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Literatura

Com já 12 livros publicados, três de poesia, um romance e cinco de reportagens e ensaios políticos — entre romances, biografias e poesias —, José Nêumanne é um dos jornalistas-escritores brasileiros mais celebrados1 . O prefácio do livro «Velas Enfunadas», do ex-governador da Paraíba Ronaldo Cunha Lima, que também era um escritor, foi prefaciado pelo jornalista2 .

Publicações

«Mengele, a Natureza do Mal» (1985), romance-reportagem;

«As Tábuas do Sol» (1986), coletânea de poemas;

«Erundina, a Mulher que Veio com a Chuva» (1989), perfil jornalístico e biográfico da ex-prefeita paulistana e sua conterrânea uiraunense Luiza Erundina;

«Atrás do Palanque», livro-reportagem sobre os bastidores da eleição presidencial de 1989;

«Reféns do Passado» (1992), coletânea de ensaios e artigos políticos publicados na imprensa;

«Barcelona, Borborema» (1992), livro de poemas sobre a arquitetura de Gaudí e o forró de Campina Grande;

«A República na Lama» (1992), relato do folclore da República de Alagoas e história de sua queda;

«Veneno na Veia» (1995), romance policial sobre o episódio dos Anões do Orçamento;

«Solos do Silêncio» (1996), poesia reunida;

«Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século» (2001), antologia;

«As Fugas do Sol» (1999), um CD em que José lê poemas de sua autoria com trilha sonora original do maestro Marcus Vinicius de Andrade;

«O Silêncio do Delator» (2004), romance3

«O Que Sei de Lula» (2011), biografia.

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Premiações

Em 1976, foi vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo Econômico pela série «Perfil do Operário Hoje» para o Jornal do Brasil, e no mesmo ano ganhou o Troféu Imprensa de Reportagem Esportiva pela reportagem «Éder Jofre e o Boxe Brasileiro» para o mesmo veículo  jornalístico. Já em 2005, recebeu o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da Academia Brasileira de Letras por «O Silêncio do Delator», melhor livro publicado no ano anterior .

 

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